🏃Resumo Semanal - 26/01 a 30/01 ⌚

Tudo o que aconteceu na semana, de forma rápida

  • Cortes recentes na Reality Labs, divisão de realidade virtual e aumentada da Meta, reacenderam temores de um possível “inverno da VR”, levantando dúvidas sobre o ritmo e a viabilidade do metaverso no curto prazo.

  • O Google está transformando o Gemini em uma camada de inteligência pessoal, capaz de aprender continuamente com dados e contexto do usuário, reposicionando a IA como um assistente persistente e profundamente integrado à vida digital.

  • Empresas enfrentam um trade-off crescente entre reduzir custos de IA e manter soberania de dados, à medida que a adoção em larga escala pressiona decisões sobre onde rodar modelos, armazenar informações e cumprir regulações locais.

  • Com a proliferação de agentes de IA nas empresas, CIOs passam a enfrentar o desafio de conter o agent sprawl, exigindo novas práticas de governança, visibilidade e controle para evitar riscos operacionais e estratégicos.

  • A Microsoft anunciou um novo chip próprio focado em inferência de IA, reforçando a estratégia de reduzir dependência de GPUs tradicionais e otimizar custo, desempenho e eficiência energética em larga escala.

  • Testes independentes indicam que versões recentes do ChatGPT estão usando conteúdo da Grokipedia, base gerada por IA ligada ao projeto Grok de Elon Musk, levantando alertas sobre circularidade de dados e degradação da qualidade informacional.

  • A Nvidia investiu US$ 2 bilhões na CoreWeave para ajudar a empresa a expandir em até 5 GW de capacidade computacional para IA, reforçando o papel do capital e da energia como gargalos centrais da corrida por infraestrutura de IA.

  • A Anthropic lançou apps interativos do Claude integrados a ferramentas de trabalho como Slack e outros softwares corporativos, ampliando o uso da IA diretamente nos fluxos diários das empresas.

  • A Alibaba lançou um novo modelo de IA com ambição explícita de competir com o ChatGPT e o Gemini, sinalizando uma escalada na corrida chinesa por modelos de linguagem avançados e autonomia tecnológica.

  • Um projeto premiado de inteligência artificial aplicado a escolas públicas do Piauí enfrenta limitações práticas devido à baixa qualidade da conexão à internet, expondo o descompasso entre inovação educacional e infraestrutura básica.

  • O Brasil liderou globalmente o uso do Vision AI Companion no primeiro mês após o lançamento, indicando rápida adoção de soluções de IA visual e forte apetite local por ferramentas baseadas em visão computacional.

  • A Nvidia lançou modelos abertos do Earth-2, sua plataforma de simulação climática com IA, ampliando o acesso a ferramentas avançadas para previsão do clima, eventos extremos e modelagem ambiental em alta resolução.

  • O Brasil deve colocar em operação, em 2026, um supercomputador dedicado à inteligência artificial, segundo o MCTI, como parte da estratégia para fortalecer soberania tecnológica, pesquisa científica e uso de IA em políticas públicas.
    A CGI anunciou uma colaboração estratégica com a OpenAI para ajudar clientes corporativos e governos a aplicar IA avançada de forma segura, escalável e orientada a resultados de negócio.

  • Dario Amodei, CEO da Anthropic, defende que a IA avançada pode beneficiar a humanidade, mas alerta que o impacto positivo dependerá de escolhas deliberadas sobre segurança, governança e limites no desenvolvimento desses sistemas.

  • Em um mundo onde a IA faz cada vez mais tarefas técnicas, gestão e coordenação humanas se tornam o verdadeiro superpoder competitivo dentro das organizações.

  • A OpenAI anunciou a aposentadoria do GPT-4o e de outros modelos antigos, consolidando sua oferta em modelos mais novos, eficientes e alinhados, e marcando uma transição definitiva para a próxima geração de IA generativa.

  • A Tesla investiu US$ 2 bilhões na xAI, startup de inteligência artificial de Elon Musk, aprofundando a integração entre os esforços de IA do empresário e os negócios de veículos elétricos, robótica e software da empresa.

  • Mark Zuckerberg antecipou que a Meta lançará em 2026 uma grande leva de produtos de IA, com foco em agentic commerce, onde agentes inteligentes poderão descobrir produtos, negociar e executar compras em nome dos usuários.

  • Uma análise da Nature aponta que, em 2026, a IA está emergindo como tecnologia central para modelagem do clima, previsão meteorológica e integração com infraestrutura crítica, mas seu impacto depende de governança, interoperabilidade e energia disponível.

Isso é tudo por hoje!

Até segunda.

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