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Tudo o que aconteceu na semana, de forma rápida
Elon Musk está buscando até US$ 134 bilhões em um processo contra a OpenAI, apesar de possuir uma fortuna estimada em cerca de US$ 700 bilhões, intensificando o conflito jurídico e ideológico sobre o rumo comercial da inteligência artificial.
A próxima década da inteligência artificial no Brasil será marcada por decisões menos intuitivas e mais orientadas por dados, modelos e sistemas automatizados, exigindo mudanças profundas na forma como empresas e governos tomam decisões.
Pesquisadores emitiram um alerta urgente após descobrir que a intensa expansão de data centers e o uso massivo de recursos para treinar e operar sistemas de IA estão consumindo quantidades de energia comparáveis às de grandes cidades, e que esse impacto ambiental ainda não é relatado de forma clara por empresas de tecnologia.
Uma técnica baseada em fused kernels consegue reduzir em até 84% o uso de memória de LLMs, mostrando que ganhos expressivos de eficiência podem vir mais de engenharia de sistemas do que de novos modelos.
A OpenAI afirmou que 2026 será um ano focado em adoção prática da IA, priorizando casos de uso reais, confiabilidade e integração com negócios, em vez de apenas lançar modelos cada vez maiores.
Em 2025, o uso de IA para estudar superou o uso para entretenimento no Brasil, segundo dados do Google, indicando uma mudança clara na forma como brasileiros estão incorporando inteligência artificial ao dia a dia.
Investidores de risco estão apostando pesado em segurança de IA diante do crescimento de rogue agents e shadow AI, fenômenos que expõem empresas a riscos operacionais, legais e financeiros cada vez mais difíceis de controlar.
Pesquisas internas do Google em reinforcement learning indicam um caminho para criar agentes de IA capazes de operar em horizontes longos, mantendo objetivos, memória e consistência ao longo de tarefas complexas e prolongadas.
O Brasil triplicou o número de startups de inteligência artificial em menos de uma década, indicando maturação do ecossistema, maior interesse de investidores e avanço do uso de IA em setores estratégicos da economia.
A OpenAI passou a usar o ChatGPT para estimar a idade dos usuários, com o objetivo de reforçar proteções para menores, marcando um avanço controverso no uso de inferência algorítmica sobre atributos pessoais.
O CEO da Anthropic criticou publicamente a Nvidia em Davos, afirmando que a dependência excessiva de chips avançados e as vendas para a China representam riscos estratégicos, econômicos e de segurança para o futuro da inteligência artificial.
Pesquisadores do MIT desenvolveram um novo framework recursivo que permite a LLMs processar até 10 milhões de tokens de forma eficiente, superando limitações atuais de contexto sem exigir modelos maiores ou mais caros.
A OpenAI planeja lançar seu primeiro dispositivo físico em 2026, possivelmente um par de earbuds com IA integrada, em parceria com Jony Ive, marcando a entrada direta da empresa no mercado de hardware de consumo.
A Humans levantou uma rodada seed incomumente grande, alcançando valuation de unicórnio ainda em estágio inicial, refletindo o apetite de investidores por startups de IA com ambições de plataforma e escala global.
A Anthropic revisou a “Constituição” do Claude, atualizando princípios de alinhamento, segurança e autonomia do modelo, e levantou debates ao sugerir que sistemas avançados podem exigir novas formas de consideração ética.
O LinkedIn concluiu que prompting não era suficiente para seus casos críticos de IA e passou a priorizar modelos menores e especializados, buscando previsibilidade, custo controlado e integração real aos sistemas da plataforma.
A Capital One adquiriu a Brex por US$ 5,15 bilhões, marcando uma das maiores saídas de uma fintech fundada por brasileiros e consolidando a integração entre bancos tradicionais e plataformas financeiras digitais.
A Microsoft Research detalha como está avançando a IA para o mundo físico, integrando modelos de linguagem, visão, robótica e simulação para permitir que sistemas inteligentes entendam, planejem e atuem em ambientes reais.
A Coreia do Sul aprovou a primeira lei abrangente de segurança em inteligência artificial do mundo, estabelecendo regras claras para desenvolvimento, uso e responsabilidade de sistemas de IA, com foco em riscos, transparência e proteção social.
A OpenAI firmou uma parceria estratégica com a Cisco para levar IA generativa a redes, segurança e ambientes corporativos, integrando modelos avançados diretamente à infraestrutura usada por grandes empresas.
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Isso é tudo por hoje!
Até segunda.







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