🏃Resumo Semanal - 19/01 a 23/01 ⌚

Tudo o que aconteceu na semana, de forma rápida

  • Elon Musk está buscando até US$ 134 bilhões em um processo contra a OpenAI, apesar de possuir uma fortuna estimada em cerca de US$ 700 bilhões, intensificando o conflito jurídico e ideológico sobre o rumo comercial da inteligência artificial.

  • A próxima década da inteligência artificial no Brasil será marcada por decisões menos intuitivas e mais orientadas por dados, modelos e sistemas automatizados, exigindo mudanças profundas na forma como empresas e governos tomam decisões.

  • Pesquisadores emitiram um alerta urgente após descobrir que a intensa expansão de data centers e o uso massivo de recursos para treinar e operar sistemas de IA estão consumindo quantidades de energia comparáveis às de grandes cidades, e que esse impacto ambiental ainda não é relatado de forma clara por empresas de tecnologia.

  • Uma técnica baseada em fused kernels consegue reduzir em até 84% o uso de memória de LLMs, mostrando que ganhos expressivos de eficiência podem vir mais de engenharia de sistemas do que de novos modelos.

  • A OpenAI afirmou que 2026 será um ano focado em adoção prática da IA, priorizando casos de uso reais, confiabilidade e integração com negócios, em vez de apenas lançar modelos cada vez maiores.

  • Em 2025, o uso de IA para estudar superou o uso para entretenimento no Brasil, segundo dados do Google, indicando uma mudança clara na forma como brasileiros estão incorporando inteligência artificial ao dia a dia.

  • Investidores de risco estão apostando pesado em segurança de IA diante do crescimento de rogue agents e shadow AI, fenômenos que expõem empresas a riscos operacionais, legais e financeiros cada vez mais difíceis de controlar.

  • Pesquisas internas do Google em reinforcement learning indicam um caminho para criar agentes de IA capazes de operar em horizontes longos, mantendo objetivos, memória e consistência ao longo de tarefas complexas e prolongadas.

  • O Brasil triplicou o número de startups de inteligência artificial em menos de uma década, indicando maturação do ecossistema, maior interesse de investidores e avanço do uso de IA em setores estratégicos da economia.

  • A OpenAI passou a usar o ChatGPT para estimar a idade dos usuários, com o objetivo de reforçar proteções para menores, marcando um avanço controverso no uso de inferência algorítmica sobre atributos pessoais.

  • O CEO da Anthropic criticou publicamente a Nvidia em Davos, afirmando que a dependência excessiva de chips avançados e as vendas para a China representam riscos estratégicos, econômicos e de segurança para o futuro da inteligência artificial.

  • Pesquisadores do MIT desenvolveram um novo framework recursivo que permite a LLMs processar até 10 milhões de tokens de forma eficiente, superando limitações atuais de contexto sem exigir modelos maiores ou mais caros.

  • A OpenAI planeja lançar seu primeiro dispositivo físico em 2026, possivelmente um par de earbuds com IA integrada, em parceria com Jony Ive, marcando a entrada direta da empresa no mercado de hardware de consumo.

  • A Humans levantou uma rodada seed incomumente grande, alcançando valuation de unicórnio ainda em estágio inicial, refletindo o apetite de investidores por startups de IA com ambições de plataforma e escala global.

  • A Anthropic revisou a “Constituição” do Claude, atualizando princípios de alinhamento, segurança e autonomia do modelo, e levantou debates ao sugerir que sistemas avançados podem exigir novas formas de consideração ética.

  • O LinkedIn concluiu que prompting não era suficiente para seus casos críticos de IA e passou a priorizar modelos menores e especializados, buscando previsibilidade, custo controlado e integração real aos sistemas da plataforma.

  • A Capital One adquiriu a Brex por US$ 5,15 bilhões, marcando uma das maiores saídas de uma fintech fundada por brasileiros e consolidando a integração entre bancos tradicionais e plataformas financeiras digitais.

  • A Microsoft Research detalha como está avançando a IA para o mundo físico, integrando modelos de linguagem, visão, robótica e simulação para permitir que sistemas inteligentes entendam, planejem e atuem em ambientes reais.

  • A Coreia do Sul aprovou a primeira lei abrangente de segurança em inteligência artificial do mundo, estabelecendo regras claras para desenvolvimento, uso e responsabilidade de sistemas de IA, com foco em riscos, transparência e proteção social.

  • A OpenAI firmou uma parceria estratégica com a Cisco para levar IA generativa a redes, segurança e ambientes corporativos, integrando modelos avançados diretamente à infraestrutura usada por grandes empresas.

Isso é tudo por hoje!

Até segunda.

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