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- 🏃Resumo Semanal - 12/01 a 16/01 ⌚
🏃Resumo Semanal - 12/01 a 16/01 ⌚
Tudo o que aconteceu na semana, de forma rápida
Líderes chineses de IA alertam que o fosso tecnológico entre a China e os EUA pode se ampliar, à medida que restrições a chips, capital e infraestrutura avançada dificultam o avanço chinês na fronteira da inteligência artificial.
A Meta fechou acordos com empresas de energia nuclear para garantir mais de 6 gigawatts de eletricidade, apostando em energia nuclear como base para sustentar a expansão de data centers e manter a liderança dos EUA em inteligência artificial.
O Google anunciou um novo protocolo para facilitar transações comerciais realizadas por agentes de IA, criando um padrão para que sistemas automatizados possam negociar, comprar e executar ações em nome de usuários e empresas.
A OpenAI anunciou uma parceria entre o projeto Stargate e a SB Energy para garantir fornecimento de energia em larga escala, reforçando que o futuro da IA depende cada vez mais de acordos diretos com o setor energético.
Mark Zuckerberg anunciou que a Meta está lançando uma iniciativa própria de infraestrutura de IA, sinalizando um movimento para reduzir dependência externa e garantir escala, custo e controle em um cenário de demanda explosiva por computação.
Walmart e Google anunciaram uma parceria para integrar a IA Gemini à experiência de compras online, transformando busca, descoberta e decisão de compra em interações conversacionais e mais intuitivas para os consumidores.
A Anthropic anunciou o Claude for Healthcare, posicionando seus modelos como assistentes para saúde e ciências da vida, poucos dias após a OpenAI lançar o ChatGPT Health, intensificando a disputa pela infraestrutura de IA no setor médico.
Executivos do setor afirmam que a indústria de IA chegou a um ponto de inflexão, com chatbots enfrentando limites claros de utilidade, custo e confiabilidade, forçando uma transição para aplicações mais especializadas, pragmáticas e integradas ao mundo real.
A Apple escolheu os modelos Gemini, do Google, como base para a próxima geração da Siri, sinalizando uma mudança estratégica ao adotar modelos fundacionais externos para acelerar capacidades de IA em escala empresarial.
Varejistas brasileiros estão viajando a Nova York para explorar como implementar inteligência artificial em lojas físicas, buscando melhorar experiência do cliente, eficiência operacional e competitividade diante da transformação digital do comércio global.
A NVIDIA anunciou, durante a JPMorgan Healthcare Conference, novas colaborações com empresas como a Eli Lilly para aplicar IA avançada no desenvolvimento de medicamentos, pesquisa biomédica e aceleração de descobertas na área da saúde.
Em 2026, guardrails de IA deixam de ser opcionais e passam a ser requisito básico, à medida que governos e organizações percebem que sistemas sem controles claros geram riscos operacionais, legais e reputacionais difíceis de conter.
A OpenAI firmou um acordo estimado em mais de US$ 10 bilhões com a Cerebras para garantir capacidade de computação focada em inferência de alta velocidade, sinalizando uma mudança estratégica para além das GPUs tradicionais na corrida por escala em IA.
Agentes de IA já conseguem conversar, mas só produzem valor real quando são orquestrados corretamente, com coordenação, memória, regras e supervisão que permitem trabalhar juntos de forma confiável.
Modelos de IA começaram a resolver problemas matemáticos de alto nível que antes estavam fora de alcance, sinalizando avanços reais em raciocínio simbólico, mas ainda com limites claros de confiabilidade e generalização.
A segurança em IA já se tornou um problema multibilionário para empresas, com falhas, vazamentos e ataques explorando modelos e agentes de forma sistemática, enquanto organizações ainda tratam o tema como uma extensão opcional da cibersegurança tradicional.
A OpenAI investiu na Merge Labs, startup de interface cérebro-computador fundada por Sam Altman, ampliando sua aposta em tecnologias que conectam diretamente inteligência artificial ao sistema nervoso humano.
Os Estados Unidos aprovaram a venda de chips avançados de IA da Nvidia para a China, sinalizando um ajuste pragmático na política de exportações em meio à pressão econômica e à interdependência da cadeia global de semicondutores.
O Google lançou o conceito de Personal Intelligence no app Gemini, posicionando a IA como um assistente profundamente personalizado, capaz de aprender com dados, contexto e preferências do usuário para competir diretamente com a Apple na próxima geração de assistentes digitais.
Quase metade dos projetos de IA iniciados por empresas acaba sendo arquivada antes de chegar à produção, revelando um descompasso entre ambição, maturidade técnica e retorno real sobre investimento.
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Isso é tudo por hoje!
Até segunda.







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