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- 🏃Resumo Semanal - 05/01 a 09/01 ⌚
🏃Resumo Semanal - 05/01 a 09/01 ⌚
Tudo o que aconteceu na semana, de forma rápida
A startup brasileira por trás da Deep Reflection propõe uma IA capaz de criar uma versão digital da consciência do usuário, combinando memória, padrões de pensamento e estilo de decisão para atuar como um “espelho cognitivo” personalizado.
A Nvidia construiu um verdadeiro império de IA não apenas com chips, mas com investimentos estratégicos em startups de software, infraestrutura e aplicações, ampliando seu controle sobre toda a cadeia de valor da inteligência artificial.
Autoridades da França e da Malásia abriram investigações contra o Grok, modelo de IA da xAI, após denúncias de geração de deepfakes sexualizados, reacendendo o debate sobre responsabilidade legal, moderação e limites no uso de modelos generativos.
Em 2026, a inteligência artificial deve entrar definitivamente em uma fase de pragmatismo, com menos promessas grandiosas e mais foco em eficiência, integração real aos negócios e retorno concreto sobre investimento.
A Nvidia lançou a plataforma Vera Rubin e a nova arquitetura de chips Rubin na CES 2026, marcando o próximo grande salto em computação para IA, com foco em desempenho extremo, eficiência energética e integração total entre hardware e software.
A região de Hangzhou Liangzhu, na China, está emergindo como um polo de startups de robótica e IA física, concentrando empresas que combinam modelos avançados, hardware próprio e produção em escala, em um movimento comparado ao nascimento de um “Vale do Silício” chinês para robôs.
O Falcon H1R-7B, novo modelo do Technology Innovation Institute (TII), demonstra desempenho de raciocínio comparável ou superior a modelos até sete vezes maiores, reforçando a tese de que eficiência arquitetural pode superar simples aumento de escala.
A NVIDIA apresentou o Cosmos Reason 2, um avanço para levar modelos de linguagem visual com raciocínio ao mundo físico, conectando percepção, planejamento e ação em sistemas como robôs, veículos autônomos e ambientes industriais.
Pesquisadores do MIT alertam que modelos de IA usados em contextos clínicos podem memorizar dados sensíveis de pacientes, criando riscos reais de privacidade e segurança se esses sistemas não forem projetados e avaliados com critérios mais rigorosos.
A Boston Dynamics firmou uma nova parceria estratégica com o Google DeepMind para integrar modelos avançados de IA aos seus robôs, buscando acelerar a transição da robótica de sistemas programados para agentes mais adaptáveis, autônomos e inteligentes.
A Sakana AI apresentou o AHC058, um experimento que explora como múltiplos agentes de IA podem colaborar, competir e evoluir soluções de forma coletiva, reforçando a tese de que inteligência emergente pode surgir da interação entre sistemas simples.
Em 2026, a inteligência artificial entra em uma fase decisiva ao se encontrar de frente com as realidades das empresas e da política, deixando o hype tecnológico e passando a enfrentar disputas regulatórias, interesses econômicos e impactos sociais diretos.
A Anthropic estaria levantando cerca de US$ 10 bilhões em uma nova rodada de financiamento que avaliaria a empresa em aproximadamente US$ 350 bilhões, reforçando a escalada de capital necessária para competir na fronteira da IA generativa.
A AMD apresentou na CES 2026 uma nova geração de processadores para PCs com foco em IA, voltados tanto para uso geral quanto para games, reforçando a corrida para levar capacidades de inteligência artificial diretamente ao computador pessoal.
A OpenAI lançou o ChatGPT Health, uma iniciativa que conecta o ChatGPT a dados de saúde e prontuários médicos, posicionando o produto como uma camada de interface e apoio à decisão clínica, com fortes implicações para privacidade, regulação e o futuro da IA na medicina.
Escalar IA baseada em agentes exige novas arquiteturas de memória, já que modelos atuais não foram projetados para lidar com contexto persistente, aprendizado contínuo e coordenação complexa ao longo do tempo.
O Brasil apresentou ao BRICS o projeto do primeiro hospital do SUS com uso estruturado de inteligência artificial no atendimento à população, sinalizando uma aposta em IA como ferramenta de escala, eficiência e ampliação do acesso à saúde pública.
Pesquisadores desenvolveram uma IA capaz de analisar padrões do sono para prever o risco de mais de 100 doenças, usando dados fisiológicos noturnos como indicador precoce de problemas de saúde.
Um ex-pesquisador da OpenAI argumenta que a linha do tempo para a chegada da AGI está sendo superestimada e que limites técnicos, econômicos e organizacionais tornam improvável um avanço rápido rumo a uma inteligência geral artificial.
O mercado global de IA na manufatura deve atingir US$ 35,8 bilhões até 2030, impulsionado por automação, otimização de processos, manutenção preditiva e pressão competitiva por eficiência industrial.
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Isso é tudo por hoje!
Até segunda.







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