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Por que o mercado voltou a apostar tudo na Nvidia?
AI.com vira plataforma de agentes, Big Tech paga criadores, agentes entregam resultados em 2026 & mais...

E aí curioso, seja bem-vindo à IA sem hype.
📈 As ações da Nvidia dispararam após sinais de que Big Tech seguirá aumentando fortemente os investimentos em IA, reforçando a posição da empresa como principal fornecedora de infraestrutura da nova corrida tecnológica.
E não foi só isso, veja o que preparamos para você hoje.
🤖 A AI.com, domínio comprado por cerca de US$ 70 milhões, foi relançada como uma plataforma de agentes autônomos de IA com a ambição explícita de acelerar a chegada da AGI, posicionando-se como um “front door” para a próxima fase da inteligência artificial.
💰 Google e Microsoft estão pagando até US$ 500 mil ou mais a criadores de conteúdo para promover ferramentas de IA, mostrando que a disputa pela adoção passou a incluir marketing direto, influência e narrativa pública.
🚀 2026 será o ano em que agentes de IA deixarão promessas e passarão a entregar resultados concretos, impulsionados por maturidade tecnológica, foco em ROI e integração real com operações de negócio. da news, deixamos uma pesquisa. É rápida e indolor! Mas, primeiro, vamos a news ✌️
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Nvidia dispara com nova onda de investimentos em IA

As ações da Nvidia subiram com força depois que resultados financeiros e projeções de grandes empresas de tecnologia indicaram que os gastos com inteligência artificial continuarão elevados em 2026. Investidores interpretaram os números como confirmação de que a demanda por chips avançados segue estrutural, não cíclica.
Segundo a reportagem, empresas como Microsoft, Google, Amazon e Meta reiteraram planos de investimento pesado em data centers, treinamento de modelos e infraestrutura de IA. Como a Nvidia domina o fornecimento de GPUs para esses workloads, o mercado vê a empresa como principal beneficiária direta desse ciclo de gastos.
O movimento também reflete uma mudança de narrativa. Após meses de debates sobre uma possível “bolha da IA”, os sinais vindos de Big Tech sugerem que a tecnologia já se tornou prioridade operacional e estratégica, não apenas aposta experimental. Isso fortalece a percepção de previsibilidade de receita para a Nvidia.
Analistas citados destacam que, apesar do aumento da concorrência e de esforços para desenvolver chips alternativos, a Nvidia segue com vantagem significativa em ecossistema, software e escala. Mesmo quando clientes buscam diversificação, a empresa permanece como peça central da infraestrutura global de IA.
Por que isso importa?
A alta das ações da Nvidia mostra que a corrida da IA entrou numa fase de capex estrutural contínuo. Para o Brasil e a América Latina, isso indica que o centro de gravidade da tecnologia seguirá concentrado onde há capital, energia e infraestrutura. Ao mesmo tempo, reforça que quem controla o “silício crítico” captura valor desproporcional, enquanto o restante do mundo corre para adaptar aplicações sobre uma base que não controla.
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AI.com: Quando domínio, narrativa e agentes se encontram

A AI.com anunciou o lançamento de uma plataforma focada em agentes autônomos capazes de executar tarefas complexas de forma contínua, aprender com interações e colaborar entre si. O projeto ganhou atenção não apenas pela proposta técnica, mas pelo simbolismo do domínio AI.com, adquirido por um valor estimado em US$ 70 milhões e tratado como um ativo estratégico de marca.
A plataforma foi desenhada para ir além de chatbots ou automações pontuais. Os agentes da AI.com operam com objetivos persistentes, memória e capacidade de adaptação, refletindo a visão de que a AGI surgirá da coordenação de múltiplos sistemas especializados, e não de um único modelo monolítico.
O domínio funciona como um atalho cognitivo poderoso. Em um mercado saturado de promessas, “AI.com” sugere centralidade, autoridade e inevitabilidade, ajudando a empresa a se posicionar como ponto de entrada natural para usuários e empresas interessadas em agentes avançados e no discurso de AGI.
Ao mesmo tempo, o tom das comunicações é ambicioso e controverso. A empresa afirma que seus agentes podem acelerar o caminho até a AGI, mas não apresenta evidências públicas de capacidades transformadoras além do estado da arte em agentic AI. Isso aproxima o projeto tanto de uma aposta técnica quanto de uma estratégia agressiva de narrativa.
Porque isso importa
A história da AI.com mostra que, na corrida da IA, marca, narrativa e infraestrutura cognitiva importam quase tanto quanto tecnologia. Para o Brasil e a América Latina, o caso é um alerta: enquanto a fronteira técnica avança, o controle do discurso sobre o que é “AGI” tende a ficar nas mãos de quem domina visibilidade e capital simbólico. A próxima fase da IA será disputada não só em laboratórios, mas também na imaginação coletiva.
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Google e Microsoft pagam criadores para impulsionar a IA

A CNBC revela que Google e Microsoft intensificaram esforços para popularizar suas plataformas de IA ao oferecer contratos generosos a criadores, influenciadores e educadores. Os acordos podem chegar a centenas de milhares de dólares e envolvem produção de conteúdo, tutoriais, demonstrações práticas e divulgação contínua de ferramentas como Gemini e Copilot.
O objetivo vai além de simples marketing. As empresas querem moldar como a IA é percebida e utilizada, incentivando criadores a integrar essas ferramentas em fluxos reais de trabalho, educação e entretenimento. Em vez de anúncios tradicionais, a estratégia aposta em uso cotidiano e demonstrações públicas de valor.
O movimento ocorre em um momento em que a diferença técnica entre grandes modelos começa a se estreitar. Com capacidades cada vez mais similares, a vantagem competitiva passa a depender de adoção, hábito e ecossistema. Criadores funcionam como vetores culturais, capazes de normalizar ferramentas e definir padrões de uso.
Destacam-se críticas e preocupações sobre transparência. Especialistas alertam para a necessidade de deixar claro quando conteúdos são patrocinados, já que recomendações pagas podem influenciar decisões profissionais, educacionais e empresariais de milhões de pessoas.
Por que isso importa: A corrida da IA entrou na fase da economia da atenção. Para o Brasil e a América Latina, onde criadores digitais têm enorme influência na formação de opinião e no aprendizado prático, essas parcerias podem acelerar adoção, mas também concentrar poder narrativo nas empresas que pagam mais. A batalha da IA não é só técnica: é sobre quem define como, por quem e para que a tecnologia é usada.
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Doco Agent Mode - Agente de IA autônomo para o Microsoft Word, que assume todo o seu fluxo de trabalho, da redação à formatação.
Integrity - cérebro unificado do projeto, onde notas, telas e conversas de IA se tornam camadas conectadas de pensamento. Passe facilmente da estrutura à visão e cocrie com os melhores modelos de IA, com base no seu trabalho.
AI Chat - Reúne todos os principais modelos de IA em um único aplicativo, inclui o Husky AI: um mecanismo de busca de IA que combina Web e Telegram para respostas em tempo real.
Tate-A-Tate - Plataforma sem código para transformar rapidamente ideias em agentes de IA full-stack, com sistemas de usuário, pagamentos por assinatura e lógica de negócios complexa impulsionada por IA.
Okareo - Monitoramento e avaliação de comportamento e de erros para agentes de IA.
2026 pode ser o ano em que agentes de IA finalmente entregam valor

A chamada “revolução dos agentes de IA” entra em uma nova fase em 2026. Após anos de hype, demos e experimentos isolados, empresas começam a exigir sistemas que executem tarefas completas, sustentem workflows de longo prazo e gerem impacto mensurável em produtividade e receita.
A virada acontece porque vários gargalos estão sendo resolvidos ao mesmo tempo. Avanços em orquestração, memória persistente, integração com sistemas legados e governança permitem que agentes operem com mais autonomia e menos falhas. O foco deixa de ser o modelo em si e passa a ser o sistema ao redor dele.
Uma mudança cultural nas empresas também se destaca. Times executivos estão menos interessados em “IA como vitrine” e mais atentos a casos de uso claros, custos previsíveis e controle de risco. Isso favorece agentes especializados, voltados a funções específicas como vendas, suporte, operações e análise, em vez de soluções genéricas.
Ao mesmo tempo, o artigo alerta que a adoção bem-sucedida exigirá novos papéis humanos. Profissionais deixam de executar tarefas repetitivas e passam a supervisionar, treinar e auditar agentes. A entrega de resultados depende tanto de arquitetura técnica quanto de mudança organizacional.
Por que isso importa?
Se 2026 marcar a transição da IA experimental para a IA operacional, empresas que não se adaptarem podem perder competitividade rapidamente. Para o Brasil e a América Latina, o momento é estratégico: agentes de IA podem ajudar a compensar gargalos de produtividade e escassez de talentos, mas apenas se forem implementados com foco em resultado real, não em narrativa. A revolução dos agentes não será sobre quem fala mais alto, e sim sobre quem entrega.
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Isso é tudo por hoje!
Até amanhã.








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