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Nosso co-fundador levantou R$ 75 milhões para criar o maior cluster de compute da América Latina
Cerebras cresce, Europa acelera startups, IA entra na era da autoevolução & mais...
E vamos às notícias de hoje!
🚀 Finn Puklowski, cofundador do Algoritmo, da IA sem hype e da Fluency Academy, acaba de levantar R$ 75 milhões para a General Compute, seu novo projeto focado em infraestrutura de inteligência artificial. A empresa nasce com o objetivo de construir data centers na região e lançar o maior cluster de compute da América Latina, em um momento em que acesso a capacidade computacional virou um dos principais gargalos do setor.
Veja o que aconteceu ao redor do mundo:
💰 A Cerebras levantou US$ 5,5 bilhões em uma rodada que já sinaliza a abertura da temporada de IPOs de IA em 2026 e com força. A empresa, conhecida por desenvolver chips gigantes focados em IA, está se posicionando como uma das principais alternativas ao domínio da Nvidia na infraestrutura.
🇪🇺 O investimento em startups de IA na Europa está acelerando, com novas rodadas relevantes para empresas como a francesa Mistral, a britânica Recursive e a Ineffable AI. O movimento mostra que o continente está tentando recuperar espaço na corrida global por inteligência artificial.
🤖 A próxima fase da inteligência artificial pode ser marcada por sistemas que constroem outros sistemas, acelerando o desenvolvimento de IA de forma autônoma. A ideia não é mais só usar modelos para tarefas, mas usá-los para criar, testar e melhorar novos modelos.
Cofundador do Algoritmo aposta em infraestrutura de IA e levanta R$ 75 milhões para criar maior cluster de IA da América Latina

A corrida por infraestrutura de IA está esquentando e agora com um movimento relevante saindo da América Latina e estamos fazendo parte disso diretamente!
Finn Puklowski, cofundador do Algoritmo, da IA sem hype e da Fluency Academy, acaba de levantar R$ 75 milhões para a General Compute, seu novo projeto focado em infraestrutura de inteligência artificial. A empresa nasce com o objetivo de construir data centers na região e lançar o maior cluster de compute da América Latina, em um momento em que acesso a capacidade computacional virou um dos principais gargalos do setor.
![]() | A proposta vai além de escala, a tecnologia busca ser até 15 vezes mais rápida que soluções atuais, com uma abordagem mais eficiente no uso de recursos, incluindo menor dependência de água, um dos pontos críticos na expansão global de data centers. Em um cenário onde energia e resfriamento viraram limitações, a eficiência física passa a ser uma parte crucial da inovação. |
Esse movimento se conecta diretamente ao que temos visto globalmente: bilhões sendo investidos em infraestrutura enquanto modelos avançam de forma incremental. A General Compute tem como objetivo a construção local, reduzindo dependência de grandes hubs internacionais e posicionando a América Latina como parte ativa dessa nova camada da IA.
E isso acontece enquanto o Algoritmo continua expandindo sua atuação, trabalhando com empresas relevantes do mercado como Exame, Fluency, TIM, BeConfident entre outras e consolidando sua presença no ecossistema de IA. Esse novo passo do Finn soma ao que já vem sendo construído, ampliando o alcance e a ambição desse grupo de negócios focados em construir o futuro com IA.
Isso é extremamente relevante pois a infraestrutura é que define quem consegue competir de verdade dentro do mundo da IA. Se a região passa a ter acesso a compute de alta performance, o impacto vai além de custo ou velocidade, muda quem pode construir, testar e escalar tecnologia. E isso abre espaço para um novo ciclo de inovação local.
A gente vai acompanhar isso de perto. Novidades estão chegando na newsletter, e você pode esperar muito mais informações sobre a General Compute a partir de agora.
![]() | 🇧🇷 IA generativa no Brasil 🇧🇷 |
Cerebras levanta US$ 5,5 bilhões e acelera corrida por chips de IA

A Cerebras levantou US$ 5,5 bilhões em uma rodada que já sinaliza a abertura da temporada de IPOs de IA em 2026 e com força. A empresa, conhecida por desenvolver chips gigantes focados em IA, está se posicionando como uma das principais alternativas ao domínio da Nvidia na infraestrutura.
O diferencial da Cerebras está na arquitetura. Em vez de múltiplos chips, ela aposta em um único wafer-scale processor, projetado para acelerar treinamento e inferência em larga escala. Isso reduz gargalos de comunicação entre chips e melhora eficiência em workloads complexos, um ponto crítico à medida que modelos continuam crescendo.
A captação reforça uma tendência clara: o dinheiro está migrando para quem constrói a base da IA. Não é só sobre modelos melhores, é sobre quem consegue rodar esses modelos com mais velocidade, menor custo e maior escala. E nesse jogo, empresas como a Cerebras começam a ganhar protagonismo.
O timing também não é aleatório. Com demanda crescente por compute e pressão por alternativas à Nvidia, investidores estão apostando pesado em novos players de hardware. O IPO da Cerebras pode abrir caminho para outras empresas de infraestrutura seguirem o mesmo caminho nos próximos meses.
Por que isso importa?
A corrida da IA está cada vez mais dependente de hardware. Quem conseguir oferecer compute mais eficiente pode redefinir custo, acesso e velocidade de inovação no setor. E isso muda quem lidera, não só no software, mas na base de tudo.
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Corrida global de IA ganha novo polo na Europa

O investimento em startups de IA na Europa está acelerando, com novas rodadas relevantes para empresas como a francesa Mistral, a britânica Recursive e a Ineffable AI. O movimento mostra que o continente está tentando recuperar espaço na corrida global por inteligência artificial.
Os aportes estão concentrados em empresas que atuam tanto na construção de modelos quanto na camada de aplicações e infraestrutura. Diferente do Vale do Silício, onde gigantes já dominam boa parte do mercado, a Europa aposta em novos players para criar alternativas e reduzir dependência tecnológica.
Mesmo assim, o desafio continua sendo escala. Startups europeias ainda enfrentam limitações em acesso a capital e infraestrutura comparadas aos EUA e à China. Isso torna cada rodada relevante não apenas para crescimento individual, mas para a construção de um ecossistema mais competitivo.
Porque isso é importante
O cenário indica uma tentativa de reposicionamento estratégico. Por que isso importa. A corrida da IA está se consolidando em poucos polos globais. Se a Europa conseguir sustentar esse ritmo de investimento, pode ganhar relevância e diversidade no setor. Caso contrário, o risco é ficar dependente de tecnologias desenvolvidas fora da região.
Quando a IA começa a construir a si mesma

A próxima fase da inteligência artificial pode ser marcada por sistemas que constroem outros sistemas, acelerando o desenvolvimento de IA de forma autônoma. A ideia não é mais só usar modelos para tarefas, mas usá-los para criar, testar e melhorar novos modelos.
Esse movimento já começa a aparecer em ferramentas que escrevem código, otimizam arquiteturas e ajustam parâmetros sem intervenção humana direta. Em vez de ciclos longos de pesquisa e engenharia, parte desse processo passa a ser automatizada, reduzindo tempo e custo de desenvolvimento.
O impacto é direto na velocidade. Se a IA passa a construir IA, o ritmo de avanço deixa de ser linear e começa a ganhar características exponenciais. Isso também muda o papel dos engenheiros, que passam a supervisionar e direcionar sistemas, em vez de construir tudo manualmente.
Mas esse avanço vem com desafios. Sistemas que evoluem sozinhos são mais difíceis de controlar, auditar e prever. Isso aumenta a necessidade de governança e limites claros, especialmente em modelos que podem impactar decisões reais.
Por que isso importa: A capacidade da IA de se auto aperfeiçoar pode redefinir completamente o ritmo de inovação. Quem dominar esse ciclo ganha vantagem massiva. Ao mesmo tempo, o risco de perder controle sobre sistemas mais autônomos cresce na mesma proporção.
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